Quantos Gabbers existem?

Em Portugal, uns 50, mas talvez cheguem aos 100! :P Na Holanda, o berço de Hardcore, estimam-se que sejam 100.000 ou mais. Por todo o mundo creio que somos aproximadamente um milhão a gostar de Hardcore, considerando todos os subgéneros... é verdadeiramente uma nação underground!

 

Existe alguma ideologia associada a Hardcore?

Não! A se não ser que essa ideologia seja a procura interminável por novas e melhores sonoridades, e o desenvolvimento do género musical. Infelizmente, quase desde o ínicio de Hardcore, surgem na Holanda Skinheads e Hoolingans associados à cena – especialmente porque  eram vistos nos motins que causavam com t-shirts de Hardcore, e eles próprios ouviam o género – por estragarem o cena Hardcore com as suas atitudes e comportamentos eram e são apelidados de zwabbers. Trouxeram má fama à cena no ínicio dos anos 90, onde a comunidade e Media, ao ouvir a música extrema e ao ver estes comportamentos por uma minoria de pessoas, pensava que as raves eram um fosso de destruição e pancadaria (o que está bem longe da verdade). Muitas labels, como a Mokum, começaram a usar logotipos nas suas releases para mostrar que este tipo de ideologias não seriam nunca associadas ao género. As organizações de Raves começaram a barrar a entrada a pessoas que vestissem roupas alusivas a partidos políticos ou a ideologias racistas. Ideologia esta que nada tem a ver com o género musical, que até estava representado em movimentos como a Spiral Tribe! No entanto, a Moda que os fans holandeses de Hardcore tinham de se vestirem com calças à tropa (ou fato de treino), e cabeça rapada não ajudava em nada. Felizmente, os tempos passaram e cada vez mais se vê (especialmente nas cenas de outros países que não a holanda), que a cena de Hardcore é exactamente o oposto do racismo, sendo neste momento um movimento musical verdadeiramente universal. Curioso como na Alemanha (lol!), onde surgiram os Atari Teenage Riot, a ideologia não era de extrema direita, mas de extrema esquerda – ideologia patente em muitas músicas da D.H.R. Mas nesta label esteve desde sempe presente a luta contra o racismo e discriminação (senão o alec empire nunca teria uma música escolhida para uma campanha dos médicos sem fronteiras!). A moda do gabber de cabeça rapada na holanda começa a desaparecer, assim como as pessoas de extrema direita que ouviam Hardcore. E já há vários anos que a grande maioria das páginas da internet sobre Hardcore têm expostos os símbolos na sua página principal contra o racismo e discriminação – esta não é excepção!

 

 

E drogas? Há drogas?

A imagem diz tudo. :P Pois é, existe grande consumo de Delta-9-tetrahidrocannabinol (ganza) e 3,4-metilenodioxi-N-metilamfetamina (XTC) em eventos Hardcore. Como se a música não fosse suficiente para "abanar o cérebro" de cada um... E tendo em conta que na holanda tudo isto é legal, não é de admirar que o consumo seja tão grande. Sei no entanto, que não há desacatos nas principais raves (creio que nas mais pequenas também não) e que cada um "está na sua" – É UM país mais civilizado que o nosso, em regra. No fundo, como em qualquer cena, consome quem quer. Nos outros países, onde a cena Hardcore é mais pequena, o consumo é Menor, pois as raves são mais "caseiras", E as pessoas já se conhecem, por vezes há imensos anos. Muitas músicas de Hardcore, alguma existentes desde o início do género, reflectem o consumo de drogas dentro da cena – digamos, que se em trance existem mushrooms e ácidos, aqui temos speed e ecstasy (deve ser para condizer com a música). No entanto, e apesar de este ser um tema desenvolvido mesmo nas músicas, muitas labels estão conta o consumo de drogas nas raves. E cada vez mais começa esta a ser a posição adoptada pela maioria das labels e também dos fãs.

 

 

Vi uns vídeos onde Gabbers dançavam de forma esquisita! É das drogas?

Estamos a falar disto? LOL Por incrível que pareça, este tipo de dança, chamada de Hakkûh, foi moda nas raves de Hardcore holandesas e começou com o ínicio do Happy Hardcore em 1995. Antes disso, e vê-se nos videos, as pessoas dançavam como em qualquer rave ou então "moshavam". Creio que foi a forma que encontraram de dançar uma música tão frenética sem cairem para o lado mortos, ou sem haver violência! No entanto, fora da Holanda quase não é utilizada, sendo substituída por abanar a cabeça,  mosh/pogo ou o que se faz numa discoteca ou num concerto de metal. Apesar de muitos Gabbers holandeses se orgulharem desta pseudo-dança, o Hakkûh acaba por ser alvo de gozo, especialmente em fóruns e mailing lists internacionais de Hardcore. Pessoalmente, acho-a meio rídicula... mas ao vivo percebe-se porque é popular: é fácil de dançar e acompanha o ritmo de Hardcore – o melhor mesmo é ignorar a figura que fazemos e divertirmo-nos, muita gente está a fazer o mesmo. A moda começa  a desaparecer, pois cada vez menos Happycore é passado nas Raves, e cada vez mais o som é agressivo e dark... já não se enquandra tanto! :)

 

Hardcore faz parte da chamada "dance Music"?

Não! (e como detesto a designação dance music!) Apesar de Hardcore ser dancável, especialmente nas suas formas mais suaves, não é uma parte da dance music (que engloba o Disco, techno, house e géneros afins). Muitas vezes Hardcore é incorrectamente catalogado como um subgénero de Techno, quando inclusive actualmente, está mais próximo de industrial e de noise. Hardcore não pertence à chamada Dance Music, e como muitos géneros "renegados", incluindo Power Noise, Industrial, Noise e outros, pertence à galáxia electrónica na sua componente extrema. Se bem que seja fácil, e até instintivo, alguém ir procurar Hardcore na secção techno, este género não se inclui na dance music, nem na sua forma e contexto musical, nem nas suas vendas ou exposição pública/comercial.

 

 

Existe alguma bebida oficial ou típica de Hardcore?

Oficial não, mas existe uma bebida tipo Red Bull que a ID&T fez na sua época áurea de merchandising. Hoje em dia não é muito fácil de encontrar (e se encontrarem, não vos aconselho a beberem, pois o prazo de validade já há muito deve ter expirado!). Esta bebida, além de vendida nas Raves, vinha com algumas Thunderdome Box. Certos fans de vários países chegavam a comprar às caixas para beber, tal a Thundermania que a ID&T conseguiu instalar. Uma época que sem dúvida, trouxe muita coisa engraçada à cena, mas também a terrível sombra do comercialismo de um género musical...

 

Existem quantos cds de Hardcore? e vinyls?

CDs ultrapassam o número 2500 (Novembro de 2005), vinyls devem ser uns 10.000...

 

Existem CDs raros de Hardcore? E vinyl?

Singles de Thunderdome, Thunderdome I, Thunderdome X-Mas Edition, Earthquake 1, Thunderdome American Edition são exemplos bem conhecidos de CDs raros. Vinyls de Thunderdome, Mescalinum United - Reflections of 2017, Mokum 001-010 são exemplos de vinyl raro... mas existem muitos, mas muitos mais! Para se ter uma noção, o Thunderdome – Dreamteam edition pode ir aos 150 euros no Ebay! E o Thunderdome IV – The Devil’s Last Wish Fuckin' Megamixes (um single muito limitado) pode ir aos 100 euros! O mais raro de todos é provavelmente o Thunderdome Happy Hardcore Awards, que chegou aos 350 euro no Markplaats!!!

 

Existe alguma rádio que passe Hardcore?

Existem várias rádios na Holanda que passam Hardcore; e mesmo noutros países como Alemanha, Bélgica, Rússia, E.U.A., Austrália, Itália, e Canadá, existem rádios com programas sobre Hardcore (e às vezes até sobre determinados subgéneros, como Speedcore). Até 2005, a ID&T Radio tinha inclusivé um programa sobre Thunderdome, mas tanto este programa, como a próprio rádio, terminaram abruptamente (podem saber mais sobre o assunto na secção Thunderdome desta área de FAQ). Actualmente, a mais conhecida rádio gabber é a Masters of  Hardcore Radio... fica aqui o link...

Onde posso encontrar Hardcore em Portugal?

Valentim de Carvalho, FNAC são sítios a procurar... mas é bastante difícil! Existe uma loja no Bairro Alto que vende algum vinyl Hardcore, mas é muito excasso. Existe uma outra perto de Santa Apolónia, que descobri há uns meses que tem alguma Breakcore, mas também em muito pouca quantidade e diversidade. A melhor forma é encomendar da net: www.sbm-online.de, www.sector-1.com, www.rige.nl, entre outros. Ultimamente, muita gente do #Thunderdome tem usado uma loja portuguesa online: www.cdgo.com. Ou então fazem download em mp3, especialmente de álbuns muito raros que são impossíveis de obter em lojas (ou mesmo de pessoas que os tenham!).

 

Existem Raves de Hardcore em Portugal?

Ocorreram umas raves de Hardcore em 1993/4 no Porto e em Bragança, mas já é difícil distinguir o que é rumor do que realmente aconteceu. Em 1997, houve efectivamente uma rave (X-Club Carnaval) com Lenny Dee no Rocks, em Gaia! Atari Teenage Riot estiveram duas vezes em Portugal, uma delas no festival Paredes de Coura (1998), e outra em 1999 em Lisboa, como parte da sua tour! Kid606 também veio a Lisboa, à Zé dos Bois no Bairro Alto em 2004, e passou muito Hardcore e Breakcore – Drop the Lime também o acompanhou e deu um bom espectáculo de Breakcore/Digital Hardcore. Em 2005 existiram uns eventos de Schranz no Hard Club em Gaia onde se passou um pouco de Hardcore, mas em 2006 já houveram dois eventos com Breakcore/Digital Hardcore e Gabber em Lisboa, um dos quais com bastantes artistas nacionais e internacionais também. Mais a mais, a Radio Zero do I.S.T. tem passado um programa à noite onde incorpora música electrónica underground portuguesa de géneros como Noise, Gabber, Breakcore, Digital Hardcore e outros na mesma onda – desde projectos desconhecidos (como as minhas músicas!) até DOA têm passado por lá. 27 de Setembro de 2006 foi a data da primeira rave 100% Hardcore em Portugal, onde grande parte dos subgéneros de Hardcore foram tocados por portugueses no Tocsin no Bairro Alto, em Lisboa – foram inclusive passadas músicas produzidas por artistas nacionais. Em breve outros eventos de Hardcore serão organizados, numa escala pequena é certo, mas um começo curioso a partir dos sons menos comerciais.

 

Existem produtores de Hardcore portugueses?

SIM! 5th Raider (www.bioforce-productions.com), KUT, ENSC (D-Trash Records), Neron, Sektor, Digital Plague, DDK são algumas das pessoas que fazem Hardcore em Portugal! Três delas podes encontrar no #Thunderdome. Existem projectos industriais como Kult que também têm a sua influência Hardcore.

 

O que é Gabba?

Gabba = Gabber, apenas dito em raggae style! :P

 

O que é Zwabber?

Alguém que ouve Hardcore (maior parte das vezes nem ouvem) e que fomenta ideologias de natureza racista, causando por vezes motins e distúrbios em eventos de Hardcore. Não são bem-vindos na cena, e felizmente cada vez há menos...

 

O que é hakkûh?

Hakkûh é uma expressão que significa Hardcore, dito de uma forma avacalhada... (experimentem dizer Hardcore em voz alta e com sotaque holandês!). Ok, agora falando mais a sério, hakkûh é uma expressão holandesa derivada do verbo hakken, que significa cortar madeira; ou seja, uma referência divertida ao som e batida de Hardcore. Mas pode falar-se de outra possível, mais antiga e plausível, origem desta expressão. Na Thunderdome III foi tocada pela primeira vez ao vivo a agora famosa "Achtung!", produzida por T.O.P.D.R.O.P. (pseudónimo do DJ Gizmo, em gozo à conhecida música B.O.T.T.R.O.P. do DJ Hooligan). A música começava com uma voz que afirmava "Hallo Gabberfreunde, hier ist die neue Platte von Gizmo und dem Dark Raver. Aus Frankfurt? Nein, aus Den Haag!" e foi um sucesso imediato pela sua agressividade e velocidade, e claro, pelo gozo feito à outra música já referida.  No final da rave, o público em delírio pedia que fosse tocada novamente esta música de Haia (Den Haag): "Den Haaggg! Den Haaggg!". Ou pela semelhança fonética (em holandês), ou de forma propositada, o público pedia "Hakkûh" em vez de "Den Haaggg". "Hakkûh" permaneceu como um fenómeno na cena Hardcore holandesa, passando a designar Hardcore de forma entusiasta. Actualmente Hakkûh ainda é usado para referir Hardcore (especialmente o Hardcore mainstream) de uma forma descontraída, sendo algo que os MCs e os fãs gritam nas raves... Também é utilizado para designar o tipo de dança referido previamente.

 

Em que países existe uma cena de Hardcore?

A Holanda continua a ser o principal foco de Hardcore no planeta, com as maiores raves, o maior número de DJs e produtores, e claro, com uma faceta ainda relativamente comercial do género. Labels Holandesas como a Third Movement, ID&T, OfFensive, Mokum, Enzyme, Cunt Records, entre muitas outras são bem conhecidas. A alemanha sempre foi outro país europeu com uma base Hardcore bem forte, mais underground, e com uma faceta mais agressiva e dark: Shockwave, nordcore records, Fishkopf, U.S.N., GFB, D.H.R., P.C.P., Kotzaak, são algumas das labels mais proeminentes. As raves são mais pequenas (mas é na Alemanha que desfila a Fuck Parade!), e a qualidade musical pode ser bem superior à que se encontra na Holanda, pois o lado comercial é menos notório. De referir que festivais como Maschinenfest, existem na Alemanha, e lá poderão ouvir a tal faceta Industrial de Hardcore, próxima de Power Noise – também muito patente na excelente label germânica, ant-zen! A Bélgica sempre teve Hardcore, embora menos proeminente e mais comercial. Itália passou, com a viragem do milénio, a ser um outro grande foco de Hardcore, com a sede de labels como a D-Boy, traxtorm, HSC, entre muitas outras. As raves são de cerca de 1000 a 2000 pessoas, e costuma haver alguma violência, apesar da música ser virada para o lado comercial (no entanto existem projectos ambiciosos e muito poderosos de Hardcore em Itália, com labels underground de Speedcore que começaram como tracker groups na internet). Os E.U.A., além de serem actualmente uma boa fonte de Digital Hardcore, possuiram desde sempre a lendária Industrial Strenght, e artistas que pertencem sem dúvida ao Hall of Fame de Hardcore como Rob Gee, Delta 9, Dj Tron, Delirium, D.O.A., Omar Santana, entre outros. A faceta da música é usualmente muito agressiva, com excepção de algumas produções actuais. Actualmente a cena encontra-se moribunda, mas parece que se reacende – diz-se que raves nos E.U.A. é a partir (pois até creio que são proibidas)! :) Já que estamos em território da América do Norte, que tal ver o que se passa no Canadá? É actualmente a grande fonte de Digital Hardcore, sede da label D-Trash! E Viajando até terras nipónicas, encontram Hardcore Japonês, que ao contrário do que se poderia pensar, não é influenciado por Noise, Sendo muito similar a Hardcore-Gabber de 1997, sendo bem rápido.... É uma cena pouco conhecida, mas que tem a sorte de ter certas releases de edição especial com tracks extra (especialmente as da Earache e da D.H.R.). Voltando à Europa, rapidamente vamos aos vizinhos aqui do lado, com o seu estilo comercial Makina... Enfim, apesar de tudo, existem alguns projectos underground de Speedcore também... e têm raves com artistas Hardcore mais mainstream (como Neophyte, Ttommyknocker, Endymion, Prophet e outros mais). Também em espanhol (mas no México!), projectos como Dulce Liquido (a.k.a. Hocico) usam elementos Hardcore nas suas músicas, chegando mesmo a fazer tracks que mereciam estar num álbum Darkcore: são uma referência incontornável. Voltando a Espanha, podem comprar um álbum Hardcore mainstream no Corte Inglês, e mesmo em lojas de música metaleira – nada a ver com os vizinhos do lado (nós!). França, outra terra prolífica em Hardcore, onde Labels como Epileptik, Bloc46 e artistas como Manu le Malin, Radium, Dr. Macabre são reis! Não se ouve falar muito das raves francesas, mas é de França que surge a corrente "frenchcore" mais virada para o lado industrial e quiçá, algo minimalista. Encontra-se muitos álbuns de qualidade neste país, e é possível mesmo comprar-se CDs e Vinyl underground em certas lojas! Passamos o túnel do canal da Mancha e vamos ter ao Reino Unido., onde a cena Happycore é muito proeminente desde o virar do milénio: artistas como Sharky, Hixxy, E Scott Brown fazem as delícias dos Candy Ravers. Mas... esta é a terra de Deathchant, uma das melhores e mais avançadas labels de Hardcore, sendo palco de várias raves (algumas na escócia têm fama de serem espectaculares). O Hardcore Breakbeat mais Oldskool vinha deste país em força nos "good old days". A Irlanda tem pouco Hardcore, e tirando uns projectos como Unit731, muito underground, pouco mais se encontra. Passemos à Europa de Leste: na Eslovénia podem encontrar vários projectos Hardcore e Speedcore underground, com raves pequenas, mas de música bem agressiva – Earblower, Asure e Kidnapper.220 são exemplos de alguns dos melhores artistas; na Croácia encontram produtores underground, como é o caso da Zznic Crew (Sadista + Zabba). Mas na Polónia também vão encontrar uma boa base Hardcore! Da europa de Leste vêm artistas que já atingiram renome, tanto na cena Hardcore, como na cena Industrial: é o caso de I:gor e da malta da KTS Records. Vamos passear aos Alpes: a Suíça possui uma boa base de Hardcore desde os primórdios, e apesar de haver algumas divergências entre vários grupos com opiniões diferentes sobre o género, têm uma cena pequena, mas relativamente estruturada, com raves regulares. Os países Nórdicos possuem artistas quer underground, quer conhecidos (Peaky Pounder da Third Movement é um exemplo), mas actualmente já não possuem um movimento Hardcore como antigamente. A Rússia possui raves e Artistas underground, quer virados para o lado comercial, quer virados para speedcore e afins – e claro, a Rússia é grande fonte de pirataria de CDs e tráfego de Mp3, com sites online para se descarregar músicas! :P A Austrália, outro país que desde os primórdios produz Hardcore: sede da famosa label Bloody Fist e casa de artistas como Nasenbluten, Embolism, Syndicate, e The Berzerker! Existem raves pequenas, e a cena parece algo inconstante, mas sempre existiu! Por todo o mundo existem pequenos grupos de pessoas, que ouvem (e algumas fazem mesmo) este género, como é o caso de Brasil, Argentina, Turquia. África do Sul, Israel, entre outros! Portugal? Vejam nas perguntas em cima. Pelo menos já existe um site sobre Hardcore em português! :)

 

 


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Revisto: 13/10/06 02:21:33.